sábado, 20 de outubro de 2012

Revolta, universitário & cidadania...



Continuação do texto: “Revolta, alunos & prática...”.
Depois que o aluno foi empurrado anos na escola sem saber nada finalmente ele chega na faculdade. 


Então chega a hora que ele percebe que precisa saber escrever mesmo assim aprende a escreve, mas não sabe se expressar. Ele continua sendo uma pessoa como tantas outras que é analfabeto funcional. Porém mesmo assim ele chega ao final da faculdade, faz a monografia dele, mas só pode se formar se fizer a prova do ENADE.



Ora se o governo não deixou reprovar até aprender a ler e escrever de verdade, o que leva o mesmo fazer uma prova para testar aquilo que foi dito subliminarmente que não era necessário? Essa é a loucura do sistema de educação brasileiro. Uma ciranda do faz de conta que aprendemos. Mas que fique bem claro que todas essas medidas são bem vistas lá no estrangeiro, principalmente para ONU. Já que a ONU se preocupa com dados estatísticos e não com a realidade.




 E com essa educação você tem uma população que idolatra jogadores de futebol como heróis e que vota em governador  que diz que o professor tem que dar aula por amor e não pensando em receber salário ou governador que chama policiais e bombeiros de bandidos. 

Novela é a grande terapia em grupo. E a televisão no geral acaba sendo a grande escola da vida, aonde o que é dito na televisão as pessoas dizem amém, sem ao menos pesquisar para saber se é verdade ou não.
Texto de RMOL

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Revolta, alunos & prática...



No começo de outubro vi uma série de vídeos do João Revolta e a maioria faz crítica social. Realmente  ele fala o que muitos precisam escutar e desabafa o que alguns sentem (assim como eu).Vou fazer destaque aos vídeo, “Alunovagabundo!”e  Professor Charlatão!”. O primeiro é uma  crítica ao aluno que vai para escola, atrapalha a aula e  não estuda e o segundo fala do professor que enrola e não ensina nada.
Tem uma parte do vídeo “Professor Charlatão!” que é relatado que os alunos estão terminando o segundo grau sem saber fazer uma redação, sem saber preencher um currículo. Bem eu não vou muito longe, estava jogando Vila Mágica, um jogo virtual quando deparei com o quadro escrito: “pressiso de doaçõis.”. 




A pessoa tentou escrever: Preciso de doações.  
Um tempo atrás vendo um perfil no facebook tinha escrito: “2° gral” completo.


E com o advento do facebook que às vezes não traduz o “Brazil”, tenho lido muitos textos com Brasil com Z. No perfil da rede social ficar com Z sabemos que é o sistema que não traduz mas um texto livre (de sistemas das redes sociais) escrito com Z é complicado.



Sou de uma época em que copiávamos textos duas ou três vezes a mão, tinha ditados toda semana e cada palavra que tivesse escrito errado era para copiar por folha uma palavra. Ou seja se uma folha tinha 10 linhas e em casa linha desse para escrever a palavra 6 vezes, eu copiaria 60 vezes cada palavra.


Na 7°série/8° série quando a minha letra ,junto com a de outros colegas estava voltando a ser garrancho a professora mandou todo mundo ter caderno de caligrafia. E não era por que tínhamos entre 13-15 anos que era “pagar mico”, pelo contrário passar vergonha era ter letra feia.


Hoje o pai do aluno vai à escola e diz que o professor está causando  ler (é a abreviatura de Lesão por Esforço Repetitivo) no filho dele. Não pai o professor está tentando ajudar a seu filho a saber escrever sem o auxílio de um computador por que as grandes provas como: vestibular, Enem,OAB, concursos públicos e etc , seu filho não poderá usar o verificador ortográfico, calculadora, Wikipédia e outros recursos.



Desde 2010 está rolando um projeto nos bastidores que tem como meta acabar com a reprovação do aluno no 2° grau. E quanto pior for a instrução da pessoa melhor para os governantes que não precisam dar conta do futuro do país.

Texto RMOL